De que falamos quando falamos de psicanálise? Conferências gaúchas — Mariano Horenstein (Artes & Ecos, 2026)
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Partindo de conferências proferidas ao longo de mais de uma década no sul do Brasil, Mariano Horenstein reúne neste livro uma série de ensaios que exploram, com rigor e sensibilidade, algumas das questões mais vivas da psicanálise contemporânea. Entre clínica, cultura e experiência cotidiana, o autor interroga temas como o mal-estar da atualidade, as transformações da adolescência, a relação entre psicanálise e arte e os modos de escutar e narrar a experiência analítica. Com uma escrita clara e autoral, reflexiva e atravessada pela tradição freudiana e pós- freudiana, Horenstein convida o leitor a pensar o que significa analisar, escutar e compreender o sofrimento psíquico hoje. Ao mesmo tempo ensaístico e clínico, este livro mostra uma psicanálise em movimento, aberta ao mundo e às suas transformações.
SUMÁRIO ( tamanho 15,5 cm x 22,5 cm - 224 páginas)
— Prefácio – por Celso Gutfreind
— Introdução: Palavras na planície
— Histórias contadas, histórias construídas
— A fórmula da infelicidade
— Como tornar a/à psicanálise contemporânea?
— De que falamos quando falamos de analisar? Psicanálise e escrita.
— A psicanálise e o seu mistério
— A adolescência e os equilibristas. Língua-sexo-morte
— A psicanálise no caminho da arte
— The Game: Como os jovens nos incitam a reinventar a clínica
— Animais fantásticos e onde habitam. Uma juventude contemporânea: equilibristas, ciborgues, mutantes
— A psicanálise depois de Freud: sofrimentos contemporâneos na clínica e na cultura
— O que resta. Psicanálise debaixo d’água
— Modos de ver, modos de ouvir, modos de analisar
— Coordenadas
Mariano Horenstein é psicanalista com funções didáticas, residente na Argentina,
embora trabalhe e ministre conferências na América, Europa e Ásia, tanto em instituições
psicanalíticas quanto em universidades e instituições culturais. Pertence à Associação Psicanalítica de Córdoba, à Federação Psicanalítica da América Latina, ao grupo internacional de pesquisa Geographies of Psychoanalysis e à Associação Psicanalítica Internacional, cujo conselho diretivo integrou como representante pela América Latina durante dois períodos. Foi responsável pelo projeto editorial e primeiro editor-chefe tanto de Docta – Revista de Psicoanálisis quanto de Calibán – Revista Latinoamericana de Psicoanálisis. Recebeu reconhecimentos e prêmios como o Elise Hayman Award for the Study of Holocaust and Genocide (IPA, 2011), Lucian Freud (Buenos Aires, 2012), Ángel Garma (Madri, 2013), FEPAL (FEPAL, 2020) e Carolina Zamora (Madri, 2022). Autor dos livros “Psicoanálisis en lengua menor” (Viento de Fondo, Córdoba, 2015); “Funambulistas. Travesía adolescente y riesgo” (Viento de Fondo, Córdoba, 2020); “Brújula y diván. El psicoanálisis y su necesaria extranjería” (Viento de Fondo, Córdoba, 2020) (há uma versão em inglês, The compass and the couch. Psychoanalysis and its necessary foreignness, na Mimesis International, Milão, 2020; e outra em português, na Quina, 2026: A bússola e o divã. O psicanálise e su necessaria estrangeridade); “Conversaciones de diván” (há uma versão em inglês, Artists, Writers and Philosophers on Psychoanalysis. From the Couch, na Routledge, Londres, 2024; e outra em português, Conversa infinita, na Quina, São Paulo, 2025).
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R$89,00Preço
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